Futebol
A palavra “futebol” resume o fim-de-semana desportivo vivido na liga Bwin. As quatro equipas que melhor futebol têm praticado ao longo da época (embora este título assente melhor em Porto e Guimarães), proporcionaram-nos 2 grandes jogos, emotivos, rápidos, com muitos golos (6) e quase sem casos.
Um Benfica transfigurado foi a Guimarães vencer sem contestação o Vitória local por 1-3. Poucos acreditavam na vitória do Benfica num terreno sempre difícil para os três grandes e com a condicionante de o segundo lugar estar em disputa (2 pontos separavam o Benfica do Vitória). O Benfica só perdeu o controle do jogo quando na segunda parte Camacho trocou David Luiz por Nuno Assis, recuando Katsouranis para o centro da defesa. O 25 do Benfica nunca foi capaz de assumir o meio campo como fez o grego, com Rui Costa muito (bem) marcado e sem espaços. Nessa fase (e sem a ligação meio campo-ataque), Cardozo andou perdido num mar de camisas brancas e Cajuda agradeceu.
Embora o golo de Ghilas tenha feito tremer (e muito) a defesa encarnada, esta nunca demonstrou grandes fragilidades nem se assustou com a avalanche de futebol com que o Guimarães bombardeou a baliza de Quim nos 20 minutos seguintes. O Guimarães atacava mas sem cabeça e a frieza necessária para fazer o empate faltava na finalização. Cardozo fez um jogo brilhante, apontando dois golos: um grande pontapé livre ao minuto 7 e já no minuto 93, a aproveitar um erro de Nilsson, num remate de 30 metros para a baliza deserta. Pelo meio, a classe e persistência de Di Maria assistiu Maxi Pereira que só teve que encostar.
A eficácia dos encarnados ditou a diferença.
Boa Crónica.
Sem dúvida que o Benfica fez um grade jogo, onde destaco 2 nomes. Cardozo, que fez o melhor jogo desde que chegou a portugal (culminou a exibição com um grande golo de livre), e também o “puto” Di Maria que fez tambem um grande jogo.
Quanto ao Guimaraes tenho de destacar a Franco Argelino Ghilas que transfigurou para melhor o Ataque do Vitoria.